quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

As pessoas podem mudar?



E disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome. E chamou-lhe Israel. (Gênesis 35:10)

Mais antigo que o Emplasto Poroso Sabiá, só mesmo o ditado popular que afirma que “pau que nasce torto nunca se endireita”. A sociedade civil, do ponto de vista teórico, se organiza sob o prisma de que o ser humano é recuperável, tanto assim é que para isso existe o sistema prisional. Entretanto, a teoria está longe de representar o verdadeiro pensamento que povoa o imaginário coletivo. No fim das contas, a maioria de nós tem dificuldade em acreditar que pessoas possam mudar. Todos nós, em maior ou menor grau, temos muita dificuldade em acreditar na regeneração de um criminoso, na transformação do caráter de uma pessoa que já nos prejudicou ou outro milagre do gênero.
Felizmente, Deus não tem esta opinião, se realmente cremos que Ele é o Autor por trás das centenas de mãos que escreveram a Bíblia. Tomemos como exemplo a impressionante história de Jacó, filho do patriarca bíblico Isaque, neto do grande Abraão. Na cultura judaica, um nome não é simplesmente um nome, mas transmitia uma informação importante sobre a pessoa. Em hebraico, Jacó se pronuncia Yaacov e significa “suplantador”. No contexto bíblico, enganador, mentiroso, trapaceiro. E por boa parte de sua vida, de fato Jacó não passava disso. A ponto de ter tirado proveito de um momento de fragilidade do irmão mais velho, Esaú, para comprar sua benção especial de filho mais velho (uma tradição tribal muito antiga) por um prato de guisado com lentilhas.
Naturalmente, Jacó atraiu a fúria do irmão, e a sua pretensa “esperteza” só serviu para transformá-lo em um fugitivo no deserto. Mas foi justamente no deserto, no meio do nada absoluto, que Deus interviu, dando-lhe um sonho que mudou sua história. Ao sonhar com uma escada que ia em direção ao céu, com anjos subindo e descendo, Jacó entendeu que poderia ser bem mais do que tinha sido até então, e fez ali um compromisso solene com Deus, ungindo o lugar onde tivera o sonho com óleo, uma representação bíblica do poder do Espírito Santo. A partir dali, sua história de tropeços teve uma reviravolta completa, a tal ponto que o próprio Deus achou impróprio continuar chamando-o de Jacó, e modificou seu nome para Israel, cujo significado chega a ser espantoso: “Aquele que reina com Deus”.
Sim, Deus acredita que as pessoas podem mudar. O caráter de um ser humano pode ser inteiramente transformado se ele tiver um sonho, uma força motivadora que mude seu foco, suas prioridades, literalmente reprogramando sua vida. E quando isso acontece, tornamo-nos capazes de “reinar com Deus”, ou seja, tornamo-nos cooperadores da sua obra de transformação da realidade.
Alguém disse que você não tem jeito? Não acredite nele. Acredite na opinião de Deus a teu respeito.
Deus te abençoe abundantemente.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O que você ama, de fato?



“O coração do homem propõe o seu caminho; mas o Senhor lhe dirige os passos. (Provérbios 16.9)”

Os capítulos 5 a 7 do Evangelho de Mateus registram uma longa pregação de Jesus que passou para a história como “Sermão da Montanha”. Tal como Moisés, milênios antes, havia apresentado ao povo judeu a Lei de Deus no Monte Sinai, Jesus subia ao monte para falar de uma Nova Lei – A Nova Aliança, dirigida a toda a humanidade. É nesta mensagem que Jesus fala uma verdade aparentemente ingênua, mas que contém uma revelação profunda sobre a condição humana: “Onde estiver o seu tesouro, aí estará também o vosso coração (Mateus 6:21)”.
Esta frase é uma síntese perfeita sobre porque algumas pessoas, mesmo não sendo fiéis a Deus, tem uma vida próspera, enquanto outros, apesar de sua devoção genuína, continuam levando uma vida de fracassos. Nela está a explicação de por que muitas pessoas, mesmo fazendo sacrifícios, orações e toda espécie de prática devocional, não conseguem alcançar as bênçãos que procuram. “Onde estiver o seu tesouro, aí estará também o vosso coração”, ou seja: tudo depende daquilo que predomina na sua vida.
Neste texto bíblico, “tesouro” significa o seu bem mais precioso, aquilo que realmente mais importa na sai vida. Muitas pessoas afirmam que amam a Deus acima de tudo e que sua prioridade é fazer o bem, mas a verdade não está nas nossas palavras, e sim nas nossas ações, pois são elas que revelam nossas verdadeiras prioridades. Se você gasta mais tempo se vingando de seus desafetos do que fazendo o bem à sua própria família, de nada adianta fazer juras de amor à sua mãe, porque o seu tesouro não está em sua família realmente.
Muitas pessoas gostam de passar uma imagem pública de religiosidade, mas basta que alguém ameace seu status ou posição social para que a pessoa se transtorne, usando de violência se necessário. Neste caso, o “tesouro” da pessoa será a posição que ela tem. Muitos chegam a pensar em tirar a própria vida por terem descido na escala social, o que demonstra que o “tesouro” do seu coração está ligado à fama e ao renome.
A proposta de Jesus para nossa vida poderia ser resumida da seguinte forma: Amar as pessoas e usar as coisas. Infelizmente, a cultura pós-moderna ensina o extremo oposto: Amar as coisas e usar as pessoas.
O que você tem amado de fato em sua vida? Examine suas próprias atitudes, sua maneira de pensar, porque talvez seja urgente uma mudança nos seus conceitos. Jesus quer depositar tesouros preciosos no seu coração. Redefina suas prioridades e se abra para a nova vida que Ele quer te conceder.
Deus te abençoe abundantemente.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Uma Nova Perspectiva: um Passeio pelo Templo de Ezequiel



No ano vinte e cinco do nosso cativeiro, no princípio do ano, no décimo dia do mês, no ano catorze depois que a cidade foi conquistada, naquele mesmo dia veio sobre mim a mão do Senhor, e em visões de Deus me levou à terra de Israel, e me pôs sobre um monte muito alto, sobre o qual havia como que um edifício de cidade para a banda do sul. (Ezequiel 40:1-2, Almeida Atualizada)

O livro do profeta Ezequiel é uma coleção de visões proféticas que foram concedidas pelo Espírito Santo ao longo de 25 anos de ministério profético. Certamente muitos crentes já ouviram pregações a respeito de visões como a dos “quatro seres viventes” ou do vale de ossos secos. Mas a mais detalhada das visões deste livro se estende por nove capítulos, do 40 ao 48, e nos fala de uma revelação especial sobre o Templo do Senhor, que foi dada ao profeta no décimo dia do primeiro mês do ano.
É bom ressaltar que no tempo destas profecias, Ezequiel se achava exilado em Tel-Abib, a beira do Rio Quebar, na Babilônia, juntamente com outros judeus que se tornaram cativos após a conquista de Jerusalém por Nabucodonosor. Portanto, o templo, centro sagrado da adoração judaica, estava destruído. Como se lê no capítulo 40 do livro, Deus escolhe o primeiro mês do 25º ano do exílio para mostrar ao profeta um novo templo. A visão é bastante detalhada, e mostra até mesmo as medidas de cada compartimento deste novo templo.
O Templo visto pelo profeta Ezequiel não era baseado no templo do passado, e nem tampouco é semelhante ao templo que foi construído mais tarde. Assim, compreendemos que o horizonte do profeta não estava situado no tempo, mas na eternidade. Podemos traduzir isso para nosso cotidiano, significando que Deus não quer que você esteja preso ao passado ou a um futuro que nunca chega. Deus tem para você uma nova perspectiva.
Não se estava falando, portanto, de um Templo feito por mãos humanas, mas de toda uma nova forma de adorar ao Senhor. Muitos anos mais tarde, quando uma samaritana perguntou a Jesus se Deus devia ser adorado em Jerusalém ou no Monte Gerizim, Jesus traz um novo enfoque na sua resposta. “Deus busca adoradores que o adorem em Espírito e em Verdade”, uma forma de adoração que não dependeria mais de um lócus físico, cultural ou humano. Cristo é o “Verbo”, a palavra Eterna, que deve ser adorada para além de qualquer tradição ou ambiência cultural.
A visao nos fala ainda de um rio de águas vivas que corre do limiar do Templo, e que formava uma correnteza caudalosa. O Apocalipse de João nos fala de um rio que desce diretamente do Trono de Deus na Nova Jerusalém. Na Nova Aliança, o Templo do Espírito Santo é a sua própria vida, e por isso Deus quer que do seu interior flua um rio de águas vivas, que não é apenas uma experiência sobrenatural, mas um caráter justo e transformado por Deus, cumprindo o desejo do profeta Amós: Assim corra a vossa justiça como um rio que não seca. O Rio das Águas Vivas não verterá de um coração carregado de rancores, mágoa, corrupção e revoltas.
Neste décimo dia do primeiro mês do ano, meu desejo é que Deus transporte você a lugares altos, e lhe faça mergulhar num relacionamento profundo com Ele. Que seu coração seja um Templo para habitação da Glória de Deus, e a exemplo de Ezequiel você possa proclamar: “Jeová-Shamah” (O Senhor está Presente).
Deus te abençoe abundantemente.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

"Sementes de Vitória" segundo Luís Borges

Peço permissão para compartilhar com os leitores habituais deste espaço uma apreciação generosa a respeito do meu livro "Sementes de Vitória", lançado em 2009. Trata-se de uma resenha feita pelo amigo Luís Borges, um talento intelectual do pentecostalismo, que conheci durante o Seminário Regional de Educação e Cultura da Igreja do Evangelho Quadrangular em Porto Alegre.

Luís Borges é um verdadeiro erudito, na legítima acepção da palavra. Dotado de uma capacidade vigorosa de pensamento e de uma profunda generosidade pessoal, foi um dos amigos com que Deus me presenteou recentemente. É Coordenador Regional de Educação e Cultura da Igreja do Evangelho Quadrangular em Pelotas, respondendo pela gestão do ensino bíblico em mais de 40 Igrejas. É também professor de Literatura, docente do programa de Formação Pedagógica do Centro Federal de Tecnologia - CEFET de Pelotas, membro do Instituto Cultural Simões Lopes Neto. Aliás, Borges é um especialista na obra do escritor pelotense, sobre cujo trabalho se debruça para uma tese de doutoramento.

As palavras dele são, pra mim, um prêmio, que tomo a liberdade de compartilhar neste blog.


Prezado pr. Cláudio Moreira

A Graça do Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a inspiração do Espirito Santo estejam com o senhor e sua família!

Na noite anterior à sua conferência, enquanto esperava os pastores João Batista e Fabiano virem me buscar para jantar utilizei o tempo para ler o seu livro. Aliás, o reli durante a viagem de retorno a Pelotas. Posso assegurar-lhe que foi leitura de sobejo proveito. Sua obra será, com certeza, cada vez mais confirmada como de grande valia para líderes e todos aqueles que buscam uma visão mais crítica da sociedade, a partir de uma perspectiva cristã, uma vez que os textos ali constantes encerram interessantes reflexões sobre valores, princípios e atitudes espirituais solidamente calcadas na Sagrada Escritura, mas que por seu alcance universal atingem também o homem que ainda não crê.
O estilo em que a sua obra está vazada é agradável. A linguagem, de uma singeleza elegante, deixa entrever uma erudição sem qualquer pejo de pedantismo. A relevância dos temas, a clareza da exposição e a originalidade das abordagens fazem de seu livro um trabalho notável.
Um outro aspecto positivo foi o fato de o senhor ter publicado os artigos, que posteriormente vieram a constituir seu livro, na imprensa diária. Com efeito, a Igreja precisa dialogar com a sociedade , eis que um grande número de pessoas ainda vaga, nesse mundo sem qualquer direção, ansiando por respostas. Por isso a mensagem cristã deve ultrapasse os confortáveis ecos do púlpito, para ir ao encontro daqueles que mesmo sem freqüentar uma igreja lêem jornais, ouvem rádio, assistem TV e acessam internet.
Os temas complexos e profundos que o senhor aborda, considerando o espaço exíguo em que foram desenvolvidos, exibe rara qualidade de síntese, ideal para o leitor hodierno de fôlego curto.
Sua oba, fonte de sabedoria e esclarecimento, certamente nos ajudará a prevenir os modismos, as teologias distorcidas, as heresias e os falsos profetas, mantendo-nos vigilantes conforme a advertência do Senhor Jesus: ?Sede espertos como as serpentes e puros como pombas? (Mt 10, 16).
A conclusão de suas crônicas confere aos textos um caráer verdadeiramente evangelizador, servindo de chamamento não apenas a uma reflexão, mas a uma mudança de atitude (conversão).
Transmita os meus parabéns ao Bispo Basso e sua esposa pela feliz iniciativa de abonarem a sua obra, que há de prestar ótimos préstimos à causa do Reino.
Presenteiei Sementes de Vitória aos meus pastores, reverenda Neida e Pr. Júlio.
Um grande abraço, que as Bênçãos de Deus continuem recaindo abundantemente sobre o senhor e os seus!

Luís Borges

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Vivendo por fé: A Reforma, 493 anos


"Mas o justo viverá pela fé"....(Habacuque 2:4b)

Um frade agostiniano relativamente jovem atravessou a passos largos a praça de Wittenberg em uma manhã outonal de 1517. A cadência firme dos seus passos não deixou de chamar a atenção dos que transitavam, uns a passeio, outros a trabalho como o vendedor de frutas e o artesão que trabalhava ao ar livre. O frade cruza a praça com firmeza em direção à Catedral, em cuja porta de mogno fixa um cartaz contendo uma Convocação para um Debate. O documento chama-se Disputatio pro delaratione virtutis indulgentiarum, e expõe, em 95 teses, uma firme contestação ao abuso clerical na venda de indulgências. Com este simples gesto, naquele longínquo 31 de outubro, o monge alemão Martinho Lutero iniciou uma revolução que sacudiu a Europa e lançou os alicerces da Reforma Protestante, o movimento que, no dizer do cientista político Robert Dahl, “inaugurou o pluralismo na cultura ocidental”. Mas a verdadeira revolução havia acontecido anos antes, nos primeiros anos da sua formação sacerdotal, quando ganha uma Bíblia de presente do seu mentor espiritual, João Staupitz, vigário-geral dos agostinianos, onde leu o trecho de Romanos 1:17, que mudou para sempre sua maneira de compreender a fé cristã: “O justo viverá pela fé”.
Esta expressão, que foi central na pregação de Lutero e do apóstolo Paulo de Tarso, merece ser revisitada hoje, quando a Reforma Protestante completa 493 anos. E nos remete ao tempo em que foi ouvida pela primeira vez, por volta do ano 600 a.C, em resposta a uma oração do profeta Habacuque, testemunha de um dos períodos mais críticos da história de Judá. Com o sistema legal arruinado, a injustiça social e a iminência de uma invasão da Assíria, levaram o profeta a proclamar: “Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: violência! E não salvarás?”. (Hc 1:2)
O desabafo de Habacuque ecoou no coração de Lutero quando via o deprimente espetáculo da venda de indulgências pelo frei João Tetzel na Alemanha. E hoje, quase meio milênio depois, quando muitos pregadores ‘evangélicos’ negociam as bênçãos e os favores de Deus conforme o vulto da oferta financeira dos fiéis, muitos cristãos, anelando pelo Cristianismo bíblico e verdadeiro, se questionam: “Até quando?”. Muitos já nem esperam mais pela resposta de Deus a esta pergunta, e há muito deixaram de acreditar na igreja como instituição. São pessoas que amam a Jesus, mas não querem mais nada com a Igreja.
Após pronunciar sua oração, Habacuque foi para a torre de vigia, esperar a resposta de Deus. Não tomou nenhuma atitude insensata, não agiu por impulso. E a resposta de Deus ao profeta, dizendo que “o justo viverá pela fé”, ecoa ainda pelos séculos, ressoada pela pregação do apóstolo Paulo aos gentios e pela coragem de Lutero na Alemanha. As dificuldades não poderiam mais ter poder para desanimar o profeta.
O livro de Habacuque termina com uma linda canção de louvor: “Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento, todavia eu me alegro no Senhor e exulto no Deus da minha salvação” (Hc 3:17-18). Ao redor, a situação continuava praticamente a mesma, mas a maior mudança havia acontecido no coração do profeta, que não mais permitiu que as circunstâncias destruíssem sua confiança em Deus. Ao encontrar a fé, Habacuque recuperou a narrativa sobre si mesmo.
Esta é minha oração sobre a igreja contemporânea. Muitos são os desafios, mas se continuarmos crendo que “o justo viverá pela fé”, como Habacuque, Paulo e Lutero, teremos o poder de Cristo Jesus para transformar as circunstâncias.
Que o Senhor Jesus te abençoe abundamentente.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A ira do Twitter contra Silas Malafaia



Sou frontalmente contra as excentricidades teológicas que Silas Malafaia tem abraçado ultimamente. Entretanto, a questão aqui não trata de Teologia, e sim de Política, ou melhor dizendo, da tão desejada qualificação da presença evangélica no debate político brasileiro. E acho que falta reconhecer que é justamente a pessoas como Paschoal Piragine Jr. e Silas Malafaia que isto está acontecendo. Nesta eleição presidencial, depois de tantos epísódios como oração da propina e máfia das ambulâncias, estamos finalmente vendo ministros cristãos pautar temas de relevância para a sociedade, como a questão do aborto, por exemplo. Aliás, não fosse por estas manifestações, o assunto passaria batido na cobertura das eleições.

E estranho porque muitos ignoraram o fato de que Silas tem razão ao apontar a AMBIGÜIDADE da posição de Marina. Ora, um cristão não deve tergiversar sobre um tema desses com a conversinha de que "cabe à sociedade decidir". Se fosse assim, vamos logo fazer um plebiscito sobre linchamento de estupradores, já que boa parte da "sociedade civil" anseia por algo assim.

Marina faz jogo duplo pra não se queimar com os evangélicos nem com as bases tradicionais de seu partido: aquela turma "descolada" que gosta mesmo é de abraçar por-de-sol e fazer passeata fumando um baseadinho. E defender o aborto, claro.

Outra coisa. Silas já cumpriu um grande papel pra democracia do país: Derrubou a máscara de "tolerância" e "bonomia" com que os militantes marineiros tentavam ludibriar a opinião pública. Antes, eles quase não escondiam o constrangimento por Marina ser "evangélica" (o que pra eles equivale a retrógrada, medieval, atrasada, etc). Graças a Silas Malafaia, estão livres pra vomitar todo seu preconceito no Twitter. Sem ressentimentos.

Quanto a Caio Fábio, dizer o quê? Na certa está tentando recuperar a notoriedade dos bons tempos em que fabricava dossiês com aquele portento de moralidade pública chamado José Dirceu.

A Verdade é como Cristo: pode ficar enterrada certo tempo, mas ao terceiro dia sempre ressuscita.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Pr. Paschoal Piragine Jr, um profeta do nosso tempo.

O caráter do ministério profético, a despeito do que pensam alguns que não conhecem Bíblia, consiste em anunciar a verdade e denunciar o erro. Se tivermos estas características em conta, não há como deixar de reconhecer o caráter profético desta ministração do pastor Paschoal Piragine Jr, pastor sênior da Primeira Igreja Batista de Curitiba.

http://www.youtube.com/watch?v=ILwU5GhY9MI